De craque a 'âncora'? Com Rivaldo, Mogi Mirim está em queda livre


os números não são favoráveis em se tratando da gestão de Rivaldo como único mandatário do Sapão

Na temporada seguinte, em 2010, o clube teve uma melhora. Encerrou a primeira fase do Paulistão na 12ª colocação com 24 pontos somados. Foram sete vitórias, três empates e nove derrotas. Um aproveitamento de 42,10%.
Em 2011, a melhor campanha do Mogi no Paulistão até agora na gestão de Rivaldo: um aproveitamento de 43,85%. O clube terminou na 11ª colocação na primeira fase com 25 pontos e somou sete vitórias, quatro empates e oito derrotas.
Parceria salva
Nas duas temporadas seguintes, entre 2012 e 2013, quando existiu a parceria com a Energy Sport, de Hélio Vasone Junior, o Mogi conquistou marcas históricas no Paulistão.
Em 2012, sob o comando técnico de Guto Ferreira, o Sapo encerrou a primeira fase da elite do paulista na sexta colocação com 35 pontos somados. O time conquistou 10 vitórias, cinco empates e apenas quatro derrotas. Um aproveitamento de 61,40%. Nas quartas de final do Paulistão, o time mogimiriano foi eliminado pelo Santos, mas assegurou o título de campeão do Interior contra o Bragantino.
Na temporada seguinte, em 2013, foi ainda melhor. Comandado por Dado Cavalcanti, o Sapão da Mogiana fez a melhor campanha de sua história: chegou a semifinal do Paulistão.
Na primeira fase, o time fechou a etapa do estadual mais difícil do Brasil como vice-líder ao somar 39 pontos. Foram 12 vitórias, três empates e quatro derrotas. Um aproveitamento de 68,42%.
Nas quartas de final, o Mogi goleou o Botafogo, de Ribeirão Preto, por 6 a 0, mas acabou eliminado na semifinal para o Santos nas cobranças de penalidades máximas.

Em 2014, após o rompimento da parceria com a Energy Sports, a campanha ruim do Mogi no Paulistão se repete. Em 11 jogos disputados, o Sapo assegurou apenas 12 pontos. Foram três vitórias, três empates e cinco derrotas. Um aproveitamento de apenas 36,40%.
Em todas as gestões de Rivaldo como único mandatário no clube, existiu sempre a demissão de treinador durante a campanha no Paulista. A última vítima foi Ailton Silva, que acabou afastado do cargo após a derrota para a Portuguesa, por 2 a 0.
Restando ainda enfrentar quatro adversários para encerrar a primeira fase do Paulistão - Santos, São Bernardo, Paulista e Ponte Preta -, o Mogi ainda corre risco de rebaixamento para a Série A-2 e está longe de alcançar os concorrentes em busca de garantir uma das vagas as quartas de final da competição.

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