Blatter critica Brasil por atraso nas obras da Copa
O suÃço disse que esse é o maior atraso desde que assumiu a presidência
Rio de Janeiro, RJ, 05 (AFI) - O presidente da Fifa, Joseph Blatter, teceu crÃticas aos atrasos do Brasil nas obras de preparação para a Copa do Mundo de 2014 e destacou que nunca havia acontecido algo parecido desde que ele começou a trabalhar para a entidade em 1975 - o suÃço passou a ocupar a presidência em 1998.
De acordo com o Blatter, só agora, faltando menos de um ano para o inÃcio da Copa do Mundo, o Brasil se deu conta da necessidade de acelerar as obras para que tudo fique pronto até junho. E ele lembrou que o paÃs foi escolhido em 2007 para sediar o evento. Mesmo assim, seis dos 12 estádios que serão utilizados no torneio ainda não foram entregues.
"O Brasil acabou de ficar ciente do que ela (a Copa do Mundo) é. Eles começaram tarde demais. É o paÃs mais atrasado desde que estou na Fifa, e ainda é o único que teve tanto tempo - sete anos - para se preparar", criticou Blatter em entrevista ao jornal suÃço 24 Heures, publicada neste fim de semana.
Blatter também admitiu que os protestos que aconteceram durante a disputa da Copa das Confederações em 2013 no Brasil, vão se repetir neste ano, quando será realizada a Copa do Mundo. O presidente suÃço garantiu, porém, que não teme pelos efeitos das manifestações, pois "o futebol estará protegido" em razão da paixão dos brasileiros pelo esporte.
"Eu sou um otimista, não um covarde. Então, eu não tenho medo. Mas sabemos que haverá novas manifestações, protestos. Os mais recentes, na Copa das Confederações, no mesmo paÃs, nasceram das redes sociais. Não havia nenhum objetivo, reivindicações reais, mas, durante a Copa do Mundo, haverá mais concretas, mais estruturadas. Mas o futebol estará protegido, eu acho que os brasileiros não atacarão diretamente o futebol. No paÃs deles, é uma religião", disse.
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"O Brasil acabou de ficar ciente do que ela (a Copa do Mundo) é. Eles começaram tarde demais. É o paÃs mais atrasado desde que estou na Fifa, e ainda é o único que teve tanto tempo - sete anos - para se preparar", criticou Blatter em entrevista ao jornal suÃço 24 Heures, publicada neste fim de semana.
"Eu sou um otimista, não um covarde. Então, eu não tenho medo. Mas sabemos que haverá novas manifestações, protestos. Os mais recentes, na Copa das Confederações, no mesmo paÃs, nasceram das redes sociais. Não havia nenhum objetivo, reivindicações reais, mas, durante a Copa do Mundo, haverá mais concretas, mais estruturadas. Mas o futebol estará protegido, eu acho que os brasileiros não atacarão diretamente o futebol. No paÃs deles, é uma religião", disse.
Agência Estado